Guerra

16:28 by Bruno Godinho

Se tem soldados, eu sou exército.
Se jogam os cães, chamo a matilha.
Se tem bombas, os faço Hiroshima.
Se me queimam, eu os incinero.
Se mordem, os despedaço ao meio.
Se envenenam, eu sou tóxico.
Se usam facas, pego a katana.
Se querem guerra, sou todo amor.

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O lado de lá

15:55 by Bruno Godinho

Espero sim
que me mande um sim.

Longe do abismo
entre a indiferença e o otimismo
um lado é  positivo
e o outro é só sorriso.

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Singular-Plural

05:47 by Bruno Godinho

Vou
Fazer o que eu fácil
Agir como eu ágil
Pensar como eu tenso
Andar onde eu anjo

Para
Vir o que nós vinho
Ser o que nós sonhos
Caminhar pelo carinho
Dançar como nós tango

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Tenso

16:51 by Bruno Godinho

Mais intenso que extenso.
Meu porte avantajado é pequeno diante do ser que vive aqui.
Um anjo e um monstro.
Num duelo sem fim.

Num duelo em mim.

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D (r) ama

09:56 by Bruno Godinho

Uma dama.
Um drama
pra quem ama.

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Encontros e Desencontros

09:54 by Bruno Godinho

De repente
a gente encontra alguém
que faz
a gente se desencontrar

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Dôo. Perdôo.

09:53 by Bruno Godinho

Às vezes me perguntam por que aturo certas pessoas, situações e dificuldades quando eu poderia simplesmente deixar pra lá. A resposta é bem simples: tento exercitar a tolerância e o perdão.

Se eu não conseguir relevar e perdoar os atos às vezes ofensivos das pessoas mais próximas, quando conseguirei fazer isso com as mais distantes e com os inimigos?

De nada adianta ir à missa aos domingos e não exercitar o perdão, a tolerância e a caridade durante a semana.

Me dôo. Te perdôo.
E a todos que um dia magoei, peço perdão.

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